No coletivo, pego carona e embarco no amor ardente do casal de jovens.
Ele lhe oferece uma rosa e um chocolate.
Ela lhe dá um beijo, carinhos, reciprocidade.
Do coletivo, vejo o sorvete ser consumido como brincadeira.
Os quilos a mais dos dois irmãos tornam a cena interessante.
O pequeno mostra simpatia na expressão do rosto, a irmã no jeito de tratá-lo.
Todos se lambuzam com as sutilezas que a vida oferece.
Com as grandezas que a convivência proporciona.
Com a alegria que os pequenos gestos são capazes de dissipar.
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