terça-feira, 30 de setembro de 2008

Moinho de luas

A roda aberta,
à mostra,
para o saber...
Desfile de pecados,
sem desejos.
A água bate e volta.
Esconde-se no giro.
Pronta para desaparecer.

Corpo velado,
calabouço de emoções.
Preso em sentimentos,
nem vê a água esvair.
Nem vê a lua rodar.

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