Nada, nada.
Foi só um olhar estranho. Nada sugestivo.
Mas bem que ele olhou, ahhhh e como olhou.
Entre todos que estavam naquele bar,
Ele era o melhor.
O mais doce, o mais jovem, o mais indefeso, o mais embriagado.
E estava bêbado de mim. Foram doses e mais doses de olhares.
Todos sobre mim, e todos os meus sobre ele.
Pois eu também já estava tonta de olhar.
Pouco, pouco.
Foi só um pouco de charme a mais. Nada de compromisso.
Mas bem que ele se insinuou, ahhhh e como insinuou.
Diferente dos demais, insinuou intensamente e para mim.
Aproximou-se devagar.
Muito, muito, muito tenso.
Mas foi tensão de amor.
Tensão de olhar.
Porre de sedução.
Por fim, um drinque e tudo mais.
2 comentários:
uauuuu, a paixão tá fluindo por aqui, coisa boaa. bem que os maiores escritores dizem que só escrevemos em dois momentos: na tristeza, e na alegria! ehehehehe
queriii, adoro te ler!
um bjuuuu enorme e poste sempre, please!
se eu nao soubesse que essa minha amiga vive na corrida, nao perdoaria a falta de caso com que ela trata a própria poesia, safada! te adoroooo demais!
até a ceia, lá em casa!
bjusss
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