A areia escorre pelas mãos. A vida se esvai. Não há mais tempo. Não se tem mais tempo de consertar o erro do passado, de alimentar o pássaro que já voou. Não se tem mais forças de erguer o machado para arrancar o calor da lenha nem de fechar o frezzer para conter o frio da alma.
Este relógio engana. Está pifado. Este corpo estranha o que a mente criou e o que ainda sonha, deseja.
A contagem é regressiva. São poucos minutos disponíveis para o amadurecimento do coração. São poucos instantes para dizer obrigada, eu te amo.
Um comentário:
pus teu blog nos meus endereços! um bjuu enorme e lembra que te amo mto!!!!
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