sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Grampo de luz

Aquele feixe
escapou.
Era para ser
guardado.
Não há mais
como pegá-lo.

A luz deitou
sem avisar.
Era para fazer
o sono dormir.
Mas acordou
o escuro.

Que estrondo!
Que brilho!
Que nada!
Um grampo de
luz passou a
noite por aqui.

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